segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Projeto inédito promove sustentabilidade e inovação ao setor têxtil

Iniciativa do Senai de Blumenau está sendo realizada em parceira com as empresas Altenburg, Dudalina e Eurofios


Os Institutos Senai de Tecnologia Ambiental e Têxtil, Vestuário e Design de Blumenau, promove em parceria com as empresas Altenburg, Dudalina e Eurofios, o Projeto "Melhoria de Produto Aplicando Ecodesign".

O programa, inédito na região, tem como objetivo levar inovação ao setor têxtil do município e região e produzir peças com reduzido impacto ambiental. 

De acordo com o coordenador técnico, consultor do Instituto Senai de Tecnologia Ambiental de Blumenau e coordenador do projeto, Ronald Schwanke, o setor têxtil e de confecção tem sido tema de debates quando o assunto é a sustentabilidade, e várias são as iniciativas das indústrias nesta direção.

“O projeto vai ao encontro dessa evolução, com o propósito de desenvolver um produto sustentável que contribua para o meio ambiente e para a sociedade, mas que seja um produto de sucesso no mercado”, destaca.

Projeto

Apoiado pelo Departamento Nacional do Senai, o projeto tem como objetivo desenvolver produtos com foco na sustentabilidade e inovação e disseminar as metodologias de Avaliação de Ciclo de Vida e de Ecodesign no setor Têxtil e Confecção.

“A partir de ferramentas, como avaliação de ciclo de vida e de princípios de Design Thinking e Ecodesign, os produtos são desenvolvidos com estratégias de redução de impacto ambiental, tanto na sua concepção quanto no seu processo produtivo, com benefícios ambientais percebidos pelo consumidor”, explica Schwanke.

Durante o projeto, serão realizados workshops de criação colaborativa para o desenvolvimento de briefings de produtos inovadores e de reduzido impacto ambiental.

“A equipe do Senai vai dar todo o suporte e apoio para que as empresas participantes criem e desenvolvam produtos baseados no Ecodesign. Depois disso, elas vão decidir se esses produtos chegarão ao mercado”, ressalta o coordenador técnico.


Fonte:
http://www.noticenter.com.br/n.php?CATEGORIA=38&ID=14817&TITULO=projeto-in-dito-promove-sustentabilidade-e-inova-o-ao-setor-t-xtil

Cientistas suecos reproduzem teia de aranha em laboratório

Pesquisadores criaram material a partir de proteína, bactérias e 'aparelho de fiação'. Fios podem ser usados na medicina regenerativa e na indústria têxtil.


Flexível, leve e biodegradável, mas mais forte do que o aço: pesquisadores anunciaram nesta segunda-feira (9) que conseguiram produzir com sucesso uma teia de aranha sintética, um dos materiais mais fortes da natureza.

Refinados através do longo processo de evolução, os fios de seda tecidos por aranhas são 30 vezes mais finos do que um cabelo humano e mais fortes do que Kevlar, uma fibra sintética utilizada na fabricação de coletes à prova de bala.

Os cientistas se esforçam há muito tempo para copiar as propriedades únicas desses fios, que são basicamente longas cadeias de moléculas de proteínas ligadas.

Ao tecer, a aranha secreta uma solução proteica através de um canal estreito, ao longo do qual a acidez muda e a pressão aumenta, fazendo com que as moléculas se liguem e formem cadeias.

Mas as aranhas são particularmente difíceis de se criar - produzem pequenas quantidades de seda e têm uma propensão para comer umas às outras.



Agora, uma equipe de pesquisadores da Suécia disse que conseguiu copiar o feito das aranhas usando proteínas em bactérias E. coli e um "aparelho de fiação" que imita as mudanças de pH que as aranhas usam para fazer seda, segundo um estudo publicado na revista "Nature Chemical Biology".

"Isso nos permitiu pela primeira vez tecer seda de aranha artificial sem usar produtos químicos agressivos", disse à AFP o coautor do estudo Jan Johansson, da Universidade Sueca de Ciências Agrárias, em Uppsala.

"As altas quantidades de proteínas produzidas em bactérias nos permitem tecer um quilômetro das fibras biomiméticas com apenas um litro de cultura de E. coli", acrescentou. Os fios são biocompatíveis e podem ser úteis na medicina regenerativa, disse a equipe.

Eles podem ser usados, disse Johansson, para a reparação da medula espinhal ou em células-tronco em crescimento para reparar corações danificados. A invenção também pode ser útil na indústria têxtil - para tornar ainda mais leve e mais forte a proteção do corpo, por exemplo.


Fonte:

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/cientistas-suecos-reproduzem-teia-de-aranha-em-laboratorio.ghtml

Compor um tecido ao compor uma música é o novo conceito têxtil da alta costura


Aos que sempre acharam que música é para ouvir saibam que é possível tecer uma canção dos Beatles, uma melodia no piano ou até mesmo uma batida eletrônica.


Nadia-Anne Ricketts dançarina, apaixonado por música, e tecelã formada em Design Têxtil pela Central Saint Martins College of Art & Design de Londres, usou a tecnologia de codificação de áudio na fusão dos seus grandes amores: Música e Tecido.
Através de um software projetado por Nadia foi possível traduzir padrões universais, até então invisíveis, das batidas, sons e melodias das músicas em perfeitos padrões têxteis prontos para serem tecidos, como se andassem de mãos dadas.
 
 

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Como são tecidas as composições musicais em padrões têxteis:

  

BeatWoven é a empresa têxtil da tecelã que inovou ao criar um novo conceito tecendo batidas musicais. O nome da marca como muitos devem imaginar nada mais é do que derivado do compositor clássico Beethoven, adaptado à Beat- batida e Woven- tecida, que explica exatamente o que é.
A aplicação dos padrões geométricos da música nos tecidos é feita de forma literal e abstrata, as vezes a composição repete quando parece resultar em uma boa estampa, tudo depende do que Nadia quer alcançar com os tecidos.
Imagine vestir uma música dos Beatles. “Lucy is in the sky with diamonds” rendeu um tecido maravilhoso, e é o best seller da BeatWoven. Apesar de não tecer sempre o mesmo gênero musical, Nadia diz que o Jazz não tem erro, sempre resulta em belos tecidos. A ideia é experimentar diferentes padrões de todos os gêneros.
 
 

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Big League Tour
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Fonte: